Imagine curtir um bar com os amigos entre rodadas de cerveja e ver subir no pequeno palco Elza Soares, Zeca Baleiro, Emicida, Lucas Santtana, Antonio Pinto, Guilherme Held, Romulo Fróes, Nina Becker, Lenine e muitos outros nomes de peso no cenário musical brasileiro cantando todos juntos com Arnaldo Antunes? Assim, como uma banda em um bar? Dessa forma, como quem não quer nada, Arnaldo Antunes vem promovendo os encontros musicais mais interessantes do ano. Com um nome singelo, Grêmio Recreativo, o artista promove interessantes experimentações com o que há de melhor na música nacional. Os convidados não se limitam apenas a tocarem seu próprios sons, mas buscam reler suas próprias músicas encontrando novos e incríveis resultados, além de darem espaço para canções pouco conhecidas.


Grêmio recreativo do dia 27/10/2011 no Carioca Club

Os encontros acontecem todo mês em pontos diferentes da cidade e são exibidos na MTV.
Fique atento nas datas!
visite o facebook do GrêmioCom esse espírito de gênio e louco, o rapaz que desistiu do curso de Letras na FFLCH-USP pelo sucesso dos Titãs e já foi preso por porte de heroína em 1985, vem sendo uma das figuras mais versáteis na arte nacional da última década. Transitando entre música, artes visuais, textos e poesias, uma de suas vertentes pouco conhecida.
De natureza contestadora, Arnaldo Antunes nunca abandonou sua veia performática, desde suas composições com Paulo Miklos (ambos estudaram no mesmo colégio, Equipe), quando formam, junto com o artista plástico José Roberto Aguilar, a Banda Performática em 1980.
Os Titãs do Ieiê se apresentam pela primeira vez em 1982 com nove integrantes. Em 1984, assinam contrato com a produtora WEA e em 1986 lançam Cabeça de Dinossauro, primeiro trabalho a ganhar disco de platina.
Um de seus últimos CDs é o Pequeno Cidadão. Um projeto desenvolvido com “Edgard Scandurra (ex-Ira!), Taciana Barros (ex-Gang 90) e Antonio Pinto, compositor de trilhas sonoras de diversos filmes brasileiros, entre eles Central do Brasil” apenas com músicas para crianças (e adultos também).

fontes: Wikipédia;  site do Arnaldo Antunes; Revista Crescer.

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